quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Boas festas!!!
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Voz real...
domingo, 22 de novembro de 2015
Pièce touchée pièce jouée
Bom, não estamos falando de você, nem de mim. Contudo, se só tangenciássemos a forma de dirimir o problema, resolveríamos?
E falando de mim... e se eu tiver tocando algumas peças nesse jogo e eu não querer jogar com elas, você me permite voltar atrás? Pedir desculpas pelas minhas intenções que não serão tornadas ações? Mesmo que eu peça desculpas pelas promessas feitas sob a bebedeira, desculpas pelas promessas que fiz com a mão em sua cintura? Com meus lábios tocando os seus? As promessas que fiz enquanto as minhas mãos buscavam os seus resvaladiços, tu me perdoa?
Eu disse que íamos jogar esse jogo, mas agora... sóbrio, as coisas me parecem menos poéticas. Não, a culpa não é sua... ela é minha. Em meio a essa solidão de metrô eu me perco nesse carro cheio, eu sei que são desculpas, mas são tudo o que eu tenho. Eu sei que ontem eu tinha mais poesia e certezas. Hoje eu tenho uma dor de cabeça e parcas lembranças de ontem. Eu me lembro da dança, da música e de você dizer que não é pra mim, quando a verdade é que eu não sou para você.
Eu não menti quando disse tudo aquilo para ti, mas é que aconteceu uma coisa... A mulher que dobra estrelas me mandou uma mensagem... Ela pediu que saíssemos um dia desses... Eu disse que seria diferente dessa vez, eu sei... mas sou como uma mariposa indo ao encontro das chamas, eu não tenho controle algum quando ela me chama... eu só tenho que ir e me queimar naquele fogo...
Então me desculpe, de verdade, eu não menti, mas Ela esta aqui... eu queria jogar esse jogo contigo, esse jogo de casar, filhos e levar a vida que todo mundo quer, mas ela não deixa. Ela é igual o banqueiro do Banco Imobiliário, ela me da os recursos iniciais, deixa eu correr umas casas e comprar algumas coisas, mas esse jogo nunca acaba, eu nunca vi o fim de uma partida de Banco Imobiliário e eu ainda to na partida em que ela é o banqueiro...
Sério, desculpe-me eu não devia ter tocado as peças que não vou jogar...
domingo, 15 de novembro de 2015
Sobre gostar de alguém...
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Imagens de estrelas despedaçadas...
terça-feira, 3 de novembro de 2015
altos Píncaros e Dançarina do efêmero...
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Overture Reconstruindo...
domingo, 11 de outubro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia...
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra coisa todos os dias são meus.
Sou fácil de definir.
Vi como um danado.
Amei as coisas sem sentimentalidade nenhuma.
Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei.
Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras;
Compreendi isto com os olhos, nunca com o pensamento.
Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.
Um dia deu-me o sono como a qualquer criança.
Fechei os olhos e dormi.
Além disso, fui o único poeta da Natureza.
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
S04E09 - A piada mortal - Cenas de pires sacrificados...
domingo, 13 de setembro de 2015
Esta velha angústia
Esta angústia que trago há séculos em mim,
Transbordou da vasilha,
Em lágrimas, em grandes imaginações,
Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror,
Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.
Transbordou.
Mal sei como conduzir-me na vida
Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma!
Se ao menos endoidecesse deveras!
Mas não: é este estar entre,
Este quase,
Este poder ser que...,
Isto.
Um internado num manicômio é, ao menos, alguém,
Eu sou um internado num manicômio sem manicômio.
Estou doido a frio,
Estou lúcido e louco,
Estou alheio a tudo e igual a todos:
Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura
Porque não são sonhos.
Estou assim...
Pobre velha casa da minha infância perdida!
Quem te diria que eu me desacolhesse tanto!
Que é do teu menino? Está maluco.
Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano?
Está maluco.
Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou.
Se ao menos eu tivesse uma religião qualquer!
Por exemplo, por aquele manipanso
Que havia em casa, lá nessa, trazido de África.
Era feiíssimo, era grotesco,
Mas havia nele a divindade de tudo em que se crê.
Se eu pudesse crer num manipanso qualquer —
Júpiter, Jeová, a Humanidade —
Qualquer serviria,
Pois o que é tudo senão o que pensamos de tudo?
Estala, coração de vidro pintado!
Sobre mim... más noticias...
Feminina
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Pierre-Joseph Proudhon (Analetos)
Receita de mulher
Mas beleza é fundamental. É preciso
Que haja qualquer coisa de flor em tudo isso
Qualquer coisa de dança, qualquer coisa de haute couture
Em tudo isso (ou então
Que a mulher se socialize elegantemente em azul, como na República Popular Chinesa).
Não há meio-termo possível. É preciso
Que tudo isso seja belo. É preciso que súbito
Tenha-se a impressão de ver uma garça apenas pousada e que um rosto
Adquira de vez em quando essa cor só encontrável no terceiro minuto da aurora.
É preciso que tudo isso seja sem ser, mas que se reflita e desabroche
No olhar dos homens. É preciso, é absolutamente preciso
Que seja tudo belo e inesperado. É preciso que umas pálpebras cerradas
Lembrem um verso de Éluard e que se acaricie nuns braços
Alguma coisa além da carne: que se os toque
Como o âmbar de uma tarde. Ah, deixai-me dizer-vos
Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante o pássaro
Seja bela ou tenha pelo menos um rosto que lembre um templo e
Seja leve como um resto de nuvem: mas que seja uma nuvem
Com olhos e nádegas. Nádegas é importantíssimo. Olhos, então
Nem se fala, que olhem com certa maldade inocente. Uma boca
Fresca (nunca úmida!) é também de extrema pertinência.
É preciso que as extremidades sejam magras; que uns ossos
Despontem, sobretudo a rótula no cruzar as pernas, e as pontas pélvicas
No enlaçar de uma cintura semovente.
Gravíssimo é porém o problema das saboneteiras: uma mulher sem saboneteiras
É como um rio sem pontes. Indispensável
Que haja uma hipótese de barriguinha, e em seguida
A mulher se alteia em cálice, e que seus seios
Sejam uma expressão greco-romana, mais que gótica ou barroca
E possam iluminar o escuro com uma capacidade mínima de cinco velas.
Sobremodo pertinaz é estarem a caveira e a coluna vertebral
Levemente à mostra; e que exista um grande latifúndio dorsal!
Os membros que terminem como hastes, mas bem haja um certo volume de coxas
E que elas sejam lisas, lisas como a pétala e cobertas de suavíssima penugem
No entanto sensível à carícia em sentido contrário.
É aconselhável na axila uma doce relva com aroma próprio
Apenas sensível (um mínimo de produtos farmacêuticos!)
Preferíveis sem dúvida os pescoços longos
De forma que a cabeça dê por vezes a impressão
De nada ter a ver com o corpo, e a mulher não lembre
Flores sem mistério. Pés e mãos devem conter elementos góticos
Discretos. A pele deve ser fresca nas mãos, nos braços, no dorso e na face
Mas que as concavidades e reentrâncias tenham uma temperatura nunca inferior
A 37º centígrados, podendo eventualmente provocar queimaduras
Do primeiro grau. Os olhos, que sejam de preferência grandes
E de rotação pelo menos tão lenta quanto a da terra; e
Que se coloquem sempre para lá de um invisível muro de paixão
Que é preciso ultrapassar. Que a mulher seja em princípio alta
Ou, caso baixa, que tenha a atitude mental dos altos píncaros.
Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que se se fechar os olhos
Ao abri-los ela não mais estará presente
Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
O fel da dúvida. Oh, sobretudo
Que ela não perca nunca, não importa em que mundo
Não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
De pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave; e que exale sempre
O impossível perfume; e destile sempre
O embriagante mel; e cante sempre o inaudível canto
Da sua combustão; e não deixe de ser nunca a eterna dançarina
Do efêmero; e em sua incalculável imperfeição
Constitua a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criação inumerável.
domingo, 6 de setembro de 2015
Humanidade para meninos...
Que todo esse tempo errando e corrigindo vai se tornar sabedoria?
E se meus esforços e trabalho não renderem os lucros?
Seguirei em frente, pois não há mais nada que um homem
possa fazer a não ser aguentar o peso do mundo,
como se fosse um Hércules substituindo um Atlas,
ou mais perto da verdade, um Hamlet simulando um Hércules.
Um homem tem de fazer o que tem de fazer,
e um homem não deve se desviar de seu caminho.
Aguentar é o que todo homem tem de fazer,
mas nada é mais belo para a espécie humana
do que o altruísmo.
A coragem só é definida pelo sucesso,
quando os tolos tentam defini-la,
pois o sucesso faz de um homem corajoso,
mas o fracasso faz dele um tolo.
Quando um homem sábio define a coragem, fazê-o assim:
"Quem diz ser corajoso o tempo todo e foge quando sente medo
é um mentiroso. Não existe nada abaixo dos covardes.
Quando sentires medo, lute consigo mesmo, é a vitória mais importante".
Não importa se tu não és inteligente, confie no trabalho duro.
Se não chegar ao seu objetivo, não desista,
pois acabaras por descobrir outro caminho para não seguir.
Sê integro e desenvolva caráter.
Encontre uma mulher que valha a pena.
Gaste teus recursos e tempo nessa empreitada, e
não acredite que todas são iguais, em verdade, elas são
tão diferentes como Beatriz é de Virgílio, na Comédia.
Lembre-se sempre que ela é a única pessoa que tu não deves magoar.
Lembre-se sempre que ela é diferente de ti, mas que se completam.
Lembre-se sempre que ela é humana e merece perdão e admoestação.
Lembre-se que ela pode fazer o mesmo por você...
sábado, 5 de setembro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Vez por outra
Eu te vi sorrindo naquela dia de sol,
correndo na minha frente e olhando para trás
vez por outra, parecia duvidar que eu estava ali,
como se eu não estive sempre atrás de você.
Um sorriso fácil que quase me fez
acreditar que era fácil tomar-te um riso,
uma risada gostosa ou uma gargalhada despreocupada,
uma daquelas que pessoas livres costumam dar.
Uma corrida de infantes, sem pressa
ou vontade de sair da presença de alguém.
Era mais para transformar sentimentos em
movimento, em ações, em vida.
Um volver de pescoço e lá tu estavas de novo.
Com esse sorriso de menina lapidado
num rosto de mulher. Uma piscada para trás
e meu tempo vira quando, quando tu quiseres.
Uma duvida boba em uma mulher bela.
Acho que sorri quando te vi sorrir,
só assim explico seu sorriso virar risada e
aquele fechar de olhos lento e abusado.
Por incrível que pareça não sou o homem
de paixões de que me chamaram,
e também não sou um homem de amores
da alcunha que me negaram.
E eu estava ali atrás de ti de novo.
vendo tu correr na frente, olhar para trás
sorrindo e rindo.
Fazendo me perder de onde fugi.
Não me são caras as paixões, nem os amores que tive,
tão pouco as alcunhas que me deram ou negaram...
Eu sou um homem de amor, mas assim mesmo,
amor, no singular.
Corre morena, corre, pois ali, no banco
em frente eu tenho um colo para ti,
uma poesia improvisada e uma miríade de
ósculos, daqueles de amor...
Pega o que pensa de mim...
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Desculpe-me... eu estava errado...
Não rompi os laços que tinha. Sentei com meu amigo e conversamos. Nos resolvemos. Tenho meu amigo de volta.
Não foi um caminho fácil, eu cai, chorei e fui cruel.
Desculpe-me... eu estava errado...
Eu achei que ser mais sábio envolvia ser mais solitário, até cheguei a confundir a liberdade com a solidão...
Desculpe-me... eu estava errado...
O caminho que eu achei é meu, não o seu, peço desculpas por não ter entendido antes.
Peço desculpas pelas criticas, pelas promessas não cumpridas, pela intolerância e pela vesânia.
Há mais coisas aqui fora do que eu supunha e mais trabalho do que eu havia imaginado.
Desculpe-me... eu estava errado...
Integridade, integridade, integridade... uma palavra que organizou quase tudo...
Eu queria rir com você agora, abarcar-te em um abraço, pedir desculpas pessoalmente, dizer o quanto tu foi importante nesse tempo que passamos juntos e desejar junto de ti mais tempo juntos.
Eu queria que você conhecesse a minha namorada, que fosse amigo dela, que sentássemos para tomar umas no bar, que fosse no meu casamento, que tu apadrinhasse a minha união e a minha filhota...
Eu entendi o seu ponto de vista, as suas escolhas, o seu estilo de vida... Eu havia me esquecido que você é um dos meus pares, que tu me olha na horizontal... obrigado por me fazer entender essas coisas... e de novo...
Desculpe-me... eu estava errado...
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
S08E12 - Back To The Orkut Part III - Cena: Oi, você se lembra de mim?
domingo, 16 de agosto de 2015
Para quê você não escape, Para quê você não fuja!
matemática?
Para quê, penso em dizer. Que dois pedaços de pão são
mais do que um
Você logo notará.
Meu filho pequeno me pergunta: devo aprender francês?
Para quê, penso em dizer. Esse império está no fim. E
Basta você esfregar a mão na barriga e gemer:
Logo lhe compreenderão.
Meu filho pequeno me pergunta: devo aprender
história?
Para quê, penso em dizer. Aprenda a enfiar sua cabeça
na terra
Talvez então você escape.
Sim, aprenda matemática, digo.
Aprenda francês, aprenda história!"
(Bertolt Brecht)
sábado, 15 de agosto de 2015
Do Hamaval...
devolva presente por presente,
recompense um sorriso com outro sorriso.
E a traição com deslealdade.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Eu sei, mas não devia - Marina Colasanti
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.
Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães,
a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo
e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se
da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta,
de tanto acostumar, se perde de si mesma.
domingo, 2 de agosto de 2015
Sobre bife de figado e planos A e B...
E se tiverem dúvida do que se segue agora... bom, segue assim... eu num bar bêbado, com um cigarro na mão direita e um livro na esquerda, quiçá uma doida me mandando maneirar... Tem umas coisas e pessoas que me importam mais que o mundo, então eu me lembrei que "odeio bife de figado"... A-ha!
Eu descobri uma coisa por esses dias (é mais uma e não, não é boa coisa também) rir está cada vez mais difícil e eu acho que vem dessas coisas dentro da minha cabeça, mas tem uma porrada de coisas que vem de fora. E não vou contar ainda, sabe como é, to processando a informação...
Ouvi umas coisas que não gostei ontem. Fui a festa de uma amiga e já que ela me pediu (ameaçou-me em verdade) para não causar dessa vez... Eu não causei... muito. O pós festa foi mais complicado, mas me comportei como um bom nerd, bêbado e preguiçoso durante a festa. Até fiz boas ações na festa! Ajudei duas amigas na mesma noite e sem reclamar! (E não é que ameaças ajudam mesmo!)
Eu queria escrever sobre as coisas que realizei desde o começo do ano, e nos últimos dois meses eu me achei um organista sobre uma obra-prima, mas ainda não é hora, pois há mais coisas a serem feitas antes desse ano terminar. Contudo, vai ser muito bom olhar para trás depois, mesmo que dê errado eu vou ter aprendido mais coisas esse ano do que nos últimos dez... E é como dizem: "O que separa a coragem da estupidez é o resultado"... "tem um plano A e tem um plano B"...
A imagem acima possui todo o sofrimento da Autopsicografia do Pessoa, com aquele toque do Destino Atroz do Mário Quintana e mesmo assim eu leio essa frase: "Odeio bife de figado" e acho foda. No final das contas, minhas opiniões e ações andam meio tortas nesses últimos meses (mas você também estaria fora dos eixos se tivesse notado um mundo louco e pessoas simulando e dissimulando o tempo inteiro, né?), e eu acho que acabei escrevendo num muro onde qualquer um lê, mas interpreta como quer. Não ando passando as informações direito, mas em verdade, acho que nem quero mais... Tio Jimmy que manja das coisas...
E a sua que se foda!"
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Version 3.0... ou 3.1...
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Morena e o Bêbado...
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Ateu ruim
Eu: Mas eu to aqui!
Serumano: É, mas você é ateu e o cara é do Espirito Santo!
quinta-feira, 23 de julho de 2015
A Revolta de Lear
sexta-feira, 17 de julho de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
Sobre um dia de descansar...
Eu: Mas eu não levo nada a sério eu sou engraçado.
Ela: Ah! Mas a gente fica super bem junto.
Eu: A Lexi Belle e a Sasha Grey também, e elas nunca se levaram a sério ou ficaram juntas.
Ela: Mas e hoje?
Eu: Bom... Hoje é dia de carnaval do Chico. Hoje é dia de pernas de louça e bocas com sabor de maracujá ou de breja e bitucas... Hoje é sábado. Hoje podemos levar tudo a sério.
Ela: E quem vai me levar embora depois?
Eu: Eu... e o carinha que pilota o mercedes-bens.
Ela: Você nunca vai aprender a dirigir e comprar um carro?
Eu: Claro que sim. Quando nos levarmos a sério... e formos gatos...
Ela: Besta... Por que você gosta de mim? Eu sou cheia de defeitos.
Eu: Não sei o porquê de eu gostar de ti, eu só gosto. Simplesmente. Não tenho controle sobre isso, queria não gostar, mas não consigo deixar de fazê-lo.
Ela: E amanhã?
Eu: Amanhã será domingo, dia de recomeçar. Agora é sábado é dia de descansar.
Ela: E vamos descansar?
Eu: Não... isso vale para judeus... eu sou só um ateu ruim.
Ela: Eu também. Acho que agora eu consigo ficar de pé, fechar os olhos e beijar.
Eu: Eu não sei se consigo... fechar os olhos.
Ela: Então vamos se beijar de olhos abertos, ué!.
Eu: Posso olhar pros seus peitos?
Ela: Afe! Então eu vou ficar de olhos fechados.
Eu: Beleza... mulher, acho que não consigo ficar de pé...
Ela: Cala a boca e beija, como gosta de falar e enrolar... Pelo amor de Deus...
domingo, 12 de julho de 2015
Um terrível baile de mascaras
sábado, 11 de julho de 2015
Lá e de volta outra vez...
quarta-feira, 1 de julho de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
Primeiras impressões...
Eu: Eu sei.
Um silêncio mórbido e triste, mas eu gosto do silêncio. Ela não, e colocou o seu corpo em direção ao meu. Usei as mãos para segurá-la. O diâmetro da cintura quase me permitiu tocar os dedos da outra mão. Nos olhamos, ela estava muita agitada.
Ela: Não vai me beijar?
Eu: Vou, mas vamos devagar. Nunca mais vamos ter um primeiro beijo.
Ela: Nerd e lerdo...
Eu: Eu sou, mas também sou gênio e incrível.
Ela: Besta...
terça-feira, 23 de junho de 2015
Lie to Me - Double blind
Naomi: Now?
Cal: Oh, really, no, relax. I'm just the same as most of the wankers out there. It's just that I'm tired of making the same mistake over and over again.
sábado, 20 de junho de 2015
S08E04 - Oh No! More Lemings! - Cena 1 - A Fábula
sexta-feira, 12 de junho de 2015
#101...
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Velhos hábitos...
Ainda soa no chão aqueles pés calmos?
De onde vinha toda aquela fúria?
Lembro das canelas lisas sensualizando
como colunas e setas certeiras.
As coxas de fina relva
por onde minhas mãos passeavam.
De cintura fina e desenhada por um deus
ainda mais detalhista que eu...
De seios suspensos desafiando a gravidade,
mas não rejeitando a gravidade do meu olhar.
O latifúndio dorsal dividido em hemisférios
e não em lados, onde mãos corriam sem se dar conta.
Se a cabeça não tocava os ombros era
devido ao sinuoso pescoço que eu tanto beijará.
Aquela boca, meu deus, aquela boca
que colocava fim a turnos de sanidade com um sorriso.
Os olhos grandes, castanhos, e sempre lacônicos
como quem espera a hora se fingir dormir.
Melena que caia até as costas e
balançava o vento, e não o contrário.
Sempre aquela voz de sussurro, de partida,
nunca disse um oi, mas sempre assoprava um adeus.
Faz-me falta morena, faz-me falta
desde o dia em que nasci até a hora de dormir...
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Nada de estranho por aqui (?)
Abrindo uma empresa com os amigos...
1. Uma secretaria loira, uma morena e uma ruiva;
2. Três barras de pole dance;
3. Três notebook com warcraft 3.
Por que sera que não deu certo?






