terça-feira, 25 de agosto de 2015

Desculpe-me... eu estava errado...

Até aqui, eu estava errado.
Não rompi os laços que tinha. Sentei com meu amigo e conversamos. Nos resolvemos. Tenho meu amigo de volta.
Não foi um caminho fácil, eu cai, chorei e fui cruel.
Desculpe-me... eu estava errado...
Eu achei que ser mais sábio envolvia ser mais solitário, até cheguei a confundir a liberdade com a solidão...
Desculpe-me... eu estava errado...
O caminho que eu achei é meu, não o seu, peço desculpas por não ter entendido antes.
Peço desculpas pelas criticas, pelas promessas não cumpridas, pela intolerância e pela vesânia.
Há mais coisas aqui fora do que eu supunha e mais trabalho do que eu havia imaginado.
Desculpe-me... eu estava errado...
Integridade, integridade, integridade... uma palavra que organizou quase tudo...
Eu queria rir com você agora, abarcar-te em um abraço, pedir desculpas pessoalmente, dizer o quanto tu foi importante nesse tempo que passamos juntos e desejar junto de ti mais tempo juntos.
Eu queria que você conhecesse a minha namorada, que fosse amigo dela, que sentássemos para tomar umas no bar, que fosse no meu casamento, que tu apadrinhasse a minha união e a minha filhota...
Eu entendi o seu ponto de vista, as suas escolhas, o seu estilo de vida... Eu havia me esquecido que você é um dos meus pares, que tu me olha na horizontal... obrigado por me fazer entender essas coisas... e de novo...
Desculpe-me... eu estava errado...

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