Helena: Obrigada. Se cuida. Tchau.
Victor: Tchau.
E chorei como criança o resto do dia, mas a noite eu já estava melhor, já pensava com clareza e estava disposto a seguir em frente de novo. Eu sei o que fazer, eu vou ter de deixa-la morrer, não falar mais dela, não pensar mais nela, ou se o fizer, ignorar o pensamento e continuar fazendo o que estava fazendo. Vou seguir o conselho que todo mundo me dá: “Esqueça ela”, e é o que vou fazer. Vou esquecê-la todos os dias.
Não há vencedores ou perdedores nessas horas “contas de amor sempre dão errado”, o que havia sobrado para mim era superar, mas não superar só ela e sim me superar também. Eu estou com quase trinta anos e matei o cara que fui uma vez, está na hora de fazê-lo de novo e dessa vez não vou matá-lo afogado em álcool, mas de tédio. Vou cuidar da minha vida e arrumar as coisas que preciso consertar. Eu queria muito lutar por ela. Contudo não é possível... ela nunca me amou. E eu sempre soube disso...
But now I have got to go away...
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