sábado, 16 de dezembro de 2017
Pés-de-amora
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Eu disse que gosto de você hoje?
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
E segue a vida...
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
Pense! Pense sempre!
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
Sobre sologamia e amor próprio...
E o que dizer de alguém que se ama a ponto de casar, com outrem dessa vez, e o abandonar em uma clara expressão de "eu me amo mais do que o amo"? Não entendo, pois hoje eu me amo mais do que amo as outras pessoas (não no sentido de bater uma punheta dessa vez... ou sim), mas no sentido de que ainda não achei alguém a quem submeter a minha felicidade, ou seja, de fazer a felicidade de alguém ser a razão da minha. Estamos falando de uma esposa ainda, mas e quando houverem filhas? E quando eu tiver de submeter a minha felicidade a felicidade de outras duas pessoas... ou três? Cada vez menos Eu... E eu espero que isso seja uma doação de mim, que isso seja amor... Não isso: Amor próprio.
sábado, 16 de setembro de 2017
Mais amor por favor ou...
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Sobre mim por Big Bill
Mas quando escrever sobre mim, por favor, não diga que sou um músico de jazz. Não diga que sou um músico de jazz ou um guitarrista - escreva só Big Bill era um conhecido cantor e tocador de blues, e gravou 260 blues de 1925 a 1952; ele estava feliz quando estava bêbado, e tocando com mulheres; ele era querido por todos os cantores de blues, alguns ficavam com ciumes às vezes, mas Bill comprava uma garrafa de uísque e eles começavam a rir e a tocar de novo, Big Bill ficava bêbado e escapava da festa e ia para casa dormir...
terça-feira, 5 de setembro de 2017
O mundo coletivo de cada indivíduo
As pessoas gozam quando o seu time joga.
As pessoas gozam quando compram algo novo.
Eu gozo quando, fudendo, olho nos olhos da mulher e ela torce os lábios a cada forçada que eu dou. Os olhos reviram para cima, os dentes mordem os lábios e um sussuro vaza da contensão.
Não sei quando joga um time de futebol, não sei quanto custa aquilo...
Só sei que um gemido representa um esforço, um sabor, um cheiro, uma visão, um som...
Não danço em qualquer música, não canto qualquer música.
Eu abro portas, eu pago a conta, eu sorrio em meio ao caos, aos fluidos, em meio aos gemidos...
Eu prefiro ser o cara que fode em meio ao caminho úmido dos olhos celestes, ao olor reconhecível de dois corpos, o cara que carrega a mulher a cama...
Sou machista? Não. Sou homem. Escolha o seu. Eu gosto de fuder e sorrir, contar piadas para quebrar o clima. Sou o que sou... quero que você foda com quem quiser... eu gosto de foder olhos que reviram, caminhos úmidos, dentes que mordem lábios, unhas que rasgam costas, juras a emoções, corpos em estados latentes, mentes bêbadas de encontros.
Um achar perdido fortuito em suor, gemidos, piadas e promessas curtas...
Triste morena... muito triste... que o tempo matou o que eu achei que fosse eterno...
Não me lembro de acordar contigo hoje...
Eu sabia o nome dela, o calor dela, o cheiro, o sabor...
Não me lembro de ti...
A vida segue... e há uma miríade de coisas que cada mulher, pois vocês não são todas iguais, tem a oferecer...
Tudo o que é imortal morre mais cedo...
Dormi sobre seios que não eram os seus...
domingo, 3 de setembro de 2017
Ah! Entendeu (?)
domingo, 27 de agosto de 2017
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Vilões
Hodierno.
Serumano: Mano, você gosta de funk?
Eu: Não. Por que? Tem algum vindo em nossa direção?
Serumano: Não cara... Por que você não gosta?
Eu: Sei lá, acho ofensivo, degradante e simplório, tipo sorvete de ervilha.
500 anos antes.
Marquês: Dom, tu gostas de Vicente?
Duque: Não. Por que? Tem o visto por cá?
Marquês: Não meu nobiliárquico amigo... Por que não gostais?
Duque: Acho-o mui carpinteiro, atemporal e de autos, como pão de argila.
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Vita à Putanesca
Não é engraçado que tenhamos que correr às vezes para fazer o jantar de alguém? E que às vezes não fazemos algo elaborado devido as sacanagens que fazemos para sentir prazer e postergar nossas obrigações?
Às vezes não só na janta fazemos um macarrão à Putanesca, mas também o fazemos na vida.
Pelo menos uma vita à Putanesca é tão saborosa quanto o prato... Rápida, gostosa e enche de sentido o estomago e a vida... Contudo, na vida e na janta eu prefiro sem sardinhas, o peixe, pois ainda prefiro contar quantas sardas há no corpo daquela mulher...
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Oui!... Réaction Noir (Leia em francês)
domingo, 30 de julho de 2017
terça-feira, 25 de julho de 2017
Nada a dizer...
Que tipo de homem eu seria?
sábado, 15 de julho de 2017
Leve-me para a Lua...
Eu trabalhava em um laboratório na zona leste de sampa. Ela na Cidade Jardim. Eu tinha de tomar aquela mulher de volta. Ela tinha de ir a faculdade. Eu comprei uma lanterna, imprimi um slide, comprei uma caixa de bombons. Ela saiu do trabalho, tomou um busão e foi a USP.
Quando cheguei ela estava conversando com seus amigos. Um deles apontou para mim e ergueu o queixo. Ela se virou e não sorriu. Eu esboucei um riso. Com um rosto lacônico ela veio veio até mim.
Mulher: O que você quer?
Eu: Três minutos.
Mulher: Beleza, vamos lá fora.
Fomos a um palco onde outrora rolava o Som Brasil da TV Cultura. Pedi para ela sentar. Tomei a lanterna e a coloquei no chão, coloquei o slide na frente e a liguei. A Lua brilhava na parede da editora que ficava ali do lado. Abri a caixa de bombons e dei a ela.
Eu: Essa é a Lua. Hodierno é tudo o que tenho e agora é seu.
Ela sorriu...
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Receita de Mulher 2
domingo, 9 de julho de 2017
Receita de mulher 1
sexta-feira, 7 de julho de 2017
O segredo do tesouro de Bresa
sábado, 1 de julho de 2017
Sampa Fashion Day
Victor: Estou bem como estou.
Serumano: Você deve se vestir para o emprego que você quer, não para o que você tem.
Victor: Quem tem de batalhar para se manter no topo da arvore e perto dos frutos é você. Eu planto a minha própria árvore.
Serumano: Chato!
quarta-feira, 21 de junho de 2017
Albert Einstein
"Você nunca resolverá um problema se mantiver a mesma linha de pensamento de quem o criou."
"Se batermos de frente com a razão, nunca chegaremos a lugar algum."
"Os intelectuais resolvem os problemas. Os gênios os evitam."
"A partir do caos, encontre a simplicidade."
"Em tempos de crise, a imaginação é mais útil que o intelecto."
terça-feira, 4 de abril de 2017
Por acaso...
(Victor e Helena andando na avenida)
Era noite e estava frio, eu estava de camiseta preta, calça jeans e tênis, ela estava com a jaqueta lhe dei em seu aniversário, calça social e sapatinhos. Meu cabelo estava desgrenhado de tanto passar a mão nele, ela estava com o cabelo arrumado e de batom rosa. Andávamos na avenida em direção ao ponto do ônibus dela. Ela tomou meu braço em meio ao seu e se aproximou de mim, nesse período da minha vida eu sei que não é nada demais... Ela só queria sentir o calor do corpo de alguém, tanto faz o eu ou o do Charles Manson.
Helena: Se alguém tentar nos assaltar você vai bater nele né?
Victor: Claro. Sou treinado em técnicas de sobrevivência no Ártico.
Helena: Bobo.
Victor: Nunca. Eu sou um gênio. Hei de golpear o mano como o Sherlock no filme, pensando em cada golpe.
Helena: Claro que vai.
Victor: Claro que sim, eu sou bom quando quero fazer algo.
Helena: Você sempre acha que faz tudo muito bem quando quer.
Essa á frase que mudou tudo. Eu não sou bom em grande parte das coisas que quero ser, mas sou pior na habilidade que mais desejo: Fazer essa mulher feliz. Eu a olhei sem resposta, poderia ter feito qualquer piada, mas eu não queria. Aquela frase bateu forte em mim e eu não fui capaz de me articular. Ela deve ter notado o silêncio e voltou a falar.
Helena: Obrigado por ser meu amigo. Você é meu psicologo particular.
Victor: (Risos) Amanhã você vai lá e diz para ela que: “Não preciso mais de você mulher. Meu amigo gênio conversa comigo e me ouve melhor”.
Helena: Ela não acha que você é melhor não.
Victor: Oxi! Você andou falando de mim para ela?
Helena: Claro. E ela te acha inconsequente.
Victor: Como assim? Eu tinha três metas e cumpri as três.
Helena; Que metas?
Victor: Primeiro, ser funcionário público. Segundo, passar na faculdade pública. Terceiro, nunca mais namorar. E eu cumpri as três.
Ela se calou dessa vez, mas foi breve em me responder.
Helena: Parabéns!
E seu sorriso foi mais um falso... Daqueles que eu estou acostumado a receber dela. Nunca vou tirar um sorriso dela como o ex-marido fazia. Eu não o sou... Se fosse antes eu iria querer superá-lo, mas hodierno me encontro cansado disso... Ou ela sorri de verdade para mim, ou eu fico com esses falsos... Estou cansado...
Victor: Não acredita? Um dia você vai em casa e eu vou te mostrar o melhor spaguetti do mundo.
Helena: Vai me fazer miojo?
Victor: Está doida? Meu macarrão é super famoso!
Helena: Claro. Todo mundo conhece miojo.
Ambos riem e chegamos ao ponto de ônibus.
Helena: Ow! Olha pra mim o ônibus, eu to sem óculos. É o municipal número 6.
Victor: Beleza.
Ela entrou no ônibus sem olhar para trás e eu não me importei, eu a vi subir os degraus e passar pelo cobrador. O que é engraçado, pois com o advento dos bilhetes, um cobrador se faz quase desnecessário, o que é muito ruim para os trabalhadores, afinal estamos excluindo uma classe de trabalho. Quando o busão partiu eu decidi colocar meus fones de ouvidos e escolhi a música: Por Acaso dos Engenheiros do Hawaii. Helena era o meu Porto Alegre.
terça-feira, 7 de março de 2017
Sobre eqüidade...
(Sarah em entrevista sobre a posse de Trump)






