domingo, 28 de junho de 2015

Primeiras impressões...

Ela: Eu ficaria com você agora.
Eu: Eu sei.
Um silêncio mórbido e triste, mas eu gosto do silêncio. Ela não, e colocou o seu corpo em direção ao meu. Usei as mãos para segurá-la. O diâmetro da cintura quase me permitiu tocar os dedos da outra mão. Nos olhamos, ela estava muita agitada.
Ela: Não vai me beijar?
Eu: Vou, mas vamos devagar. Nunca mais vamos ter um primeiro beijo.
Ela: Nerd e lerdo...
Eu: Eu sou, mas também sou gênio e incrível.
Ela: Besta...

terça-feira, 23 de junho de 2015

Lie to Me - Double blind



Cal
: I was hoping You'd want to celebrate.
Naomi: Now?
Cal: Would it be too old school if I asked for a date first?
Naomi: Uh, wow.
Cal: Oh, really, no, relax. I'm just the same as most of the wankers out there. It's just that I'm tired of making the same mistake over and over again.

sábado, 20 de junho de 2015

S08E04 - Oh No! More Lemings! - Cena 1 - A Fábula

Uma bateria fazia o som de uma orquestra regada a canhões e hinos, não não era a overture 1812, era o meu celular me acordando as seis horas da manhã de um sábado. Tomei um banho e me troquei, passei na padaria da esquina e peguei uma breja (o que? Cedo demais pra ti? Fraco!). Peguei o busão e fui até o centro da cidade, andei o restante do caminho até o apê de Pedro e Penélope. Quando eu estava na esquina vi Penélope sair do prédio.

Victor: Opa!
Penélope: Oi, bom dia! Tudo bem?
Victor: Suave, e tu?
Penélope: De boas. O Pedro tá lá em cima arrumando as coisas e fechando as caixas. Sobe lá. Vou buscar meus pais e o pai do Pedro para já irmos ao apartamento novo.
Victor: Beleza.

Peguei o elevador, a porta do apê estava aberta então fui entrando. E lá estava o ser humano deitado na cama, fumando e olhando para o teto, algum desses funk carioca estava tocando. Desliguei o rádio e gritei.

Victor: Acorda preguiçoso maldito!
Pedro: Caralho velho! Mou susto.
Ambos riem.
Pedro: Já comeu?
Victor: Só tomei uma breja.
Pedro: Essa hora?
Victor: Mano, se não fosse por essa sua mudança, eu chegaria em casa por esse horário. Então de boas, meu estomago já está acostumado. Cadê todo mundo?
Pedro: Que?
Victor: “Que?” o cacete. Cadê todo mundo que vai ajudar na mudança?
Pedro: Só chamei você.

Lindo! O cara ia se mudar e não tinha um plano, as caixas estavam por fechar, os moveis ainda estavam montados e a mulher dele tinha mais sapatos do que uma loja de shopping center. Eu tenho uma pergunta para vocês: por que eu acreditei que seria um dia fácil? É do Pedro que estamos falando, ninguém é mais despreocupado com o mundo, ele me faz parecer um estrategista militar enfrentando terroristas, graças a falta de estratégia da criança. Acho que ele não pensa nos próximos dois minutos da vida dele. O que chega a ser engraçado, pois tudo para ele é motivo de surpresa. Contudo, nesse momento eu não estava rindo e nem achando graça.

Victor: Como assim só chamou a mim?
Pedro: Só você. Vamos comer algo na padaria?
Victor: Mano, tem de levar tudo para o apê novo até que horas?
Pedro: Acho que até as três da tarde.
Victor: E tu não tá nem ligando?
Pedro: Velho, eu não sei de onde vim, nem pra que estou aqui e nem pra onde vou. Pra que a pressa? (risos).
Victor: Hum... Bom ponto. Beleza, vamos para a padaria, eu preciso comer e beber alguma coisa.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

#101...

"Pô cara".

Assim começa um sábado que não vai ter nada além de estudo e horas de aflição de espirito. O tópico frasal do primeiro paragrafo remete a entrevista do Humberto Gessiger que assisti mais cedo. Gosto dele, e da poesia dele, o cara possui sua própria maneira de ver o mundo, de escrever e cantar... Foda.

Ontem e hoje foram os dias de colocar as ideias para fora. Conversei com os dois caras que me permitem um dia da semana, cada um, destilar minhas aflições. Ontem foi um dia regado a breja e conversas mais sociais. Sempre tocamos no assunto do nosso lugar no mundo e o que estamos fazendo para merecer um lugar ao sol.
Hoje foi um tratamento mais intensivo. Foi uma daquelas conversas que não acabam, que não trazem respostas, mas que dilatam tua cabeça como uma explosão. Ainda não tenho tudo definido, então falar disso será jogar um monte de ideias inacabadas no ar. Deixemos para outro dia...

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Velhos hábitos...

Ainda soa no chão aqueles pés calmos?
De onde vinha toda aquela fúria?
Lembro das canelas lisas sensualizando
como colunas e setas certeiras.
As coxas de fina relva
por onde minhas mãos passeavam.
De cintura fina e desenhada por um deus
ainda mais detalhista que eu...
De seios suspensos desafiando a gravidade,
mas não rejeitando a gravidade do meu olhar.
O latifúndio dorsal dividido em hemisférios
e não em lados, onde mãos corriam sem se dar conta.
Se a cabeça não tocava os ombros era
devido ao sinuoso pescoço que eu tanto beijará.
Aquela boca, meu deus, aquela boca
que colocava fim a turnos de sanidade com um sorriso.
Os olhos grandes, castanhos, e sempre lacônicos
como quem espera a hora se fingir dormir.
Melena que caia até as costas e
balançava o vento, e não o contrário.
Sempre aquela voz de sussurro, de partida,
nunca disse um oi, mas sempre assoprava um adeus.
Faz-me falta morena, faz-me falta
desde o dia em que nasci até a hora de dormir...

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Nada de estranho por aqui (?)


Essas semanas andam de bom a muito bom. Muitas coisas achando seu lugar e menos insanidade no dia a dia. E quando paro para pensar sobre o por quê das coisas estarem menos doidas, eu só acho uma solução: Sem mulheres. "É machismo" vão me dizer mais cedo ou mais tarde... Erh... Foda-se. Vocês são doidas e arrastam todos os tipos de vesânias com vocês. Eu poderia encher essa joça de exemplos, mas não to afim.

Esse tempo sem mulheres é difícil, mas também muito bom. Todas as vezes que eu tive de arrumar uma resposta ou fazer um plano simples dar certo foi em um período de castidade. Duvida? Veja qual foi o período de maior criação de Einstein...

Mas no fim das contas, que sempre dão erradas, é que nesse momento eu posso dizer: "Nada de errado por aqui". E cara, foi-me foi importante colocar as coisas no lugar, aprender que não importa o quanto você se importe, e queria entender os erros, algumas pessoas simplesmente querem viver, errar e sorrir de novo.

De tudo isso, que eu ainda não consigo definir e se o texto estiver confuso: supere isso, no fim o que sobrou foram um punhado de amigos, dezenas de ideias, dois projetos para cumprir até o final do ano, e pegar essa frase linda: "Você tem potencial para fazer o que quiser" e enfiar na bunda de quem o dizer de novo para mim...

Amanhã vamos conversar sobre a dobra mundos, pois a coisa mais legal da minha vida é que não importa o quanto eu seja um idiota... Elas sempre voltam... Bjos.

Abrindo uma empresa com os amigos...

Você acha um caderno velho com o nome geomancer e decide ler o primeiro tópico: "material básico da empresa"
1. Uma secretaria loira, uma morena e uma ruiva;
2. Três barras de pole dance;
3. Três notebook com warcraft 3.

Por que sera que não deu certo?