segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A piada mortal

"Tinha dois caras num hospício!... Uma noite, eles decidiram que não queriam mais viver lá...
e resolveram escapar pra nunca mais voltar. Aí, forma até a cobertura do asilo e viram,
ao lado, o telhado de um outro prédio apontando pra lua... apontando pra liberdade. Então,
um dos sujeitos saltou sem problemas pro outro telhado, mas seu amigo se acovardou... é...
ele tinha medo de cair. Aí, o primeiro cara teve uma idéia. Ele disse... 'Ei! Eu estou com
minha lanterna aqui. Vou acendê-la sobre o vão dos prédios, e você atravessa pelo facho de
luz!'. Mas o outro sacudiu a cabeça... e disse... 'O que acha que eu sou? Louco?! E se
você apagar a luz quando eu estiver no meio do caminho?'" (Coringa)
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"Lembra? Oh, eu não faria isso! Lembrar é perigoso... eu vejo o passado como um lugar cheio
de ansiedade. O 'Pretérito Imperfeito', como você chamaria. Ah, Ah,Ah, Ah!" (Coringa)
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(cantando) "Como é bom ser loucooooo!" (Coringa)
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"...o que uma dose de realidade fez com você..." (Coringa)
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"Senhoras e senhores! Vocês já o conhecem pelas manchetes dos jornais! Agora, tremam ao
ver com seus próprios olhos o mais raro e trágico dos mistérios da natureza! Apresento o
ho-mem co-muuum!... é mesmo de dar náuseas não?"

"O mais repulsivo de tudo são suas frágeis e inúteis noções de ordem e sanidade. Se for
submetido a muita pressão... ele quebra!" (Coringa)
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"Só é preciso um dia ruim pra reduzir o mais são dos homens a um lunático. Essa é a
distância entre o mundo e eu... apenas um dia ruim." (Coringa)
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"Se eu vou ter um passado, prefiro que seja de múltipla escolha! Ah, Ah, Ah!" (Coringa)
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