Canovaccio
Zannis
Victor - Arlecchino
Guilherme - o Brighella
Haroldo - o Ruzante
Fábio - il Capitano
Mariana - a Colombina
Primo! - o Pierrot
Penélope - a Pierrete
Pedro - o Pedrolino
Salvatore - o Pulcinella
o Scaramuccia
Jandela - o Polichinelo
Innamoratis
Júnior - o innamorato
Isabella - a Innamorata
Vecchis
- o Pantaleone
- o Dottore
Guilherme - o Brighella
Haroldo - o Ruzante
Fábio - il Capitano
Mariana - a Colombina
Primo! - o Pierrot
Penélope - a Pierrete
Pedro - o Pedrolino
Salvatore - o Pulcinella
o Scaramuccia
Jandela - o Polichinelo
Innamoratis
Júnior - o innamorato
Isabella - a Innamorata
Vecchis
- o Pantaleone
- o Dottore
Ah… a commedia dell’arte onde apesar de tantas confusões e pessoas mal intencionadas o amor prevalece. E nada como contar uma história de amor em meio ao carnaval de Santos, onde todas as vontades são realizadas antes da quaresma e o tempo de recessão a que os corpos são fadados.
Cena 7 - L’armata Victorleone
Pedro: Mas Vittorio estamos em maior número e além disso Guilherme é nosso amigo. Porque vamos enfrentá-los ao invés de dialogar.
Victor: Porque, às vezes, temos de nos ficar no chão como uma árvore e resistir ao que querem nos impor.
Pedro: Vittorio, Guilherme é um gênio e você é só inteligente.
Victor: Eu sei, mas eu também sei fazer algo que a mente de Guilherme não pode. Trapacear. Venham, vamos para o bar Nórcia lá poderemos nos organizar.
Pedro: Você conhece os bares de Santos? É muito mais bêbado do que eu havia imaginado.
Victor: Próximo de Nórcia há uma ordem beneditina, eu já fui lá ouvir uma liturgia com canto gregoriano. Há uma escola lá também, parece que vai chover, vamos procurar um teto.
Freira: Fique aqui Victor. Não se meta no que não lhe diz respeito.
Victor: Não posso, eu tenho de mostrar a eles que existem outras possibilidades.
E uma chuva forte começou.
Victor: Irmã, o que você fez?
Freira: Pedi a você e você não me ouviu; pedi a Deus e ele me ouviu. Vá embora, se puder, e volte ao seu bar.
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