E se você conhecesse as regras do jogo? E se você olhasse a sua volta e soubesse que estamos jogando desde que nascemos? E se você fosse inteligente o suficiente para ver a melhor jogada?
Bom, não estamos falando de você, nem de mim. Contudo, se só tangenciássemos a forma de dirimir o problema, resolveríamos?
E falando de mim... e se eu tiver tocando algumas peças nesse jogo e eu não querer jogar com elas, você me permite voltar atrás? Pedir desculpas pelas minhas intenções que não serão tornadas ações? Mesmo que eu peça desculpas pelas promessas feitas sob a bebedeira, desculpas pelas promessas que fiz com a mão em sua cintura? Com meus lábios tocando os seus? As promessas que fiz enquanto as minhas mãos buscavam os seus resvaladiços, tu me perdoa?
Eu disse que íamos jogar esse jogo, mas agora... sóbrio, as coisas me parecem menos poéticas. Não, a culpa não é sua... ela é minha. Em meio a essa solidão de metrô eu me perco nesse carro cheio, eu sei que são desculpas, mas são tudo o que eu tenho. Eu sei que ontem eu tinha mais poesia e certezas. Hoje eu tenho uma dor de cabeça e parcas lembranças de ontem. Eu me lembro da dança, da música e de você dizer que não é pra mim, quando a verdade é que eu não sou para você.
Eu não menti quando disse tudo aquilo para ti, mas é que aconteceu uma coisa... A mulher que dobra estrelas me mandou uma mensagem... Ela pediu que saíssemos um dia desses... Eu disse que seria diferente dessa vez, eu sei... mas sou como uma mariposa indo ao encontro das chamas, eu não tenho controle algum quando ela me chama... eu só tenho que ir e me queimar naquele fogo...
Então me desculpe, de verdade, eu não menti, mas Ela esta aqui... eu queria jogar esse jogo contigo, esse jogo de casar, filhos e levar a vida que todo mundo quer, mas ela não deixa. Ela é igual o banqueiro do Banco Imobiliário, ela me da os recursos iniciais, deixa eu correr umas casas e comprar algumas coisas, mas esse jogo nunca acaba, eu nunca vi o fim de uma partida de Banco Imobiliário e eu ainda to na partida em que ela é o banqueiro...
Sério, desculpe-me eu não devia ter tocado as peças que não vou jogar...
Bom, não estamos falando de você, nem de mim. Contudo, se só tangenciássemos a forma de dirimir o problema, resolveríamos?
E falando de mim... e se eu tiver tocando algumas peças nesse jogo e eu não querer jogar com elas, você me permite voltar atrás? Pedir desculpas pelas minhas intenções que não serão tornadas ações? Mesmo que eu peça desculpas pelas promessas feitas sob a bebedeira, desculpas pelas promessas que fiz com a mão em sua cintura? Com meus lábios tocando os seus? As promessas que fiz enquanto as minhas mãos buscavam os seus resvaladiços, tu me perdoa?
Eu disse que íamos jogar esse jogo, mas agora... sóbrio, as coisas me parecem menos poéticas. Não, a culpa não é sua... ela é minha. Em meio a essa solidão de metrô eu me perco nesse carro cheio, eu sei que são desculpas, mas são tudo o que eu tenho. Eu sei que ontem eu tinha mais poesia e certezas. Hoje eu tenho uma dor de cabeça e parcas lembranças de ontem. Eu me lembro da dança, da música e de você dizer que não é pra mim, quando a verdade é que eu não sou para você.
Eu não menti quando disse tudo aquilo para ti, mas é que aconteceu uma coisa... A mulher que dobra estrelas me mandou uma mensagem... Ela pediu que saíssemos um dia desses... Eu disse que seria diferente dessa vez, eu sei... mas sou como uma mariposa indo ao encontro das chamas, eu não tenho controle algum quando ela me chama... eu só tenho que ir e me queimar naquele fogo...
Então me desculpe, de verdade, eu não menti, mas Ela esta aqui... eu queria jogar esse jogo contigo, esse jogo de casar, filhos e levar a vida que todo mundo quer, mas ela não deixa. Ela é igual o banqueiro do Banco Imobiliário, ela me da os recursos iniciais, deixa eu correr umas casas e comprar algumas coisas, mas esse jogo nunca acaba, eu nunca vi o fim de uma partida de Banco Imobiliário e eu ainda to na partida em que ela é o banqueiro...
Sério, desculpe-me eu não devia ter tocado as peças que não vou jogar...