quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Quem sou?

Este rosto, não mera aparência de vaidade, é o vestígio da vox populi, agora sem vestígios e desaparecida, como a única força vital da verisimilitude que agora venera o que uma vez difamaram. Contudo, esta valorosa visita de uma antiga vexação, mantém-se vivificada, e faz votos de vencer aqueles venais e virulentos vermes que vanguardam vícios e garantem a violentamente viciosa e voraz violação da volição. O único veredicto é a vingança; uma vendetta. que luta votivamente, e não em vão, pelo valor e verdade , e como tal irei um dia vingar os vigilantes e os virtuosos. Verdadeiramente, esta vississitude da verbosidade vira mais verbosa vis-à-vis uma introdução, sendo para mim uma grande honra conhecer-te. Podes chamar-me V. (V for Vendetta)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Uma conversa...

*primeiro: ninguem nasce pra ninguem
*segundo: ninguem completa ninguem
*terceiro: fazemos o que podemos… mesmo quando achamos que não… o que fazemos é aguentar o tempo todo… descansar não é omissão é respeito proprio
*quarto: não se faz ações esperando retorno ou consideração, faço por que julgo certo
*quinto: vc é inteligente vai resolver isso de um modo pratico, não é a primeira vez que passam por isso
*sexto: sempre tem um motivo… “mesmo que o cego não a veja a luz é sempre luz”
*podia te dar mais 60 motivos pra vc se acalmar e fazer o que tem de fazer
*as vezes ser ridiculo é evitar humilhação
*#101: resolver tudo!

Paulo. diz:
*espera
*to anotando isso
*rs
Fao Marin diz:
*esquece isso
*isso serve pra mim…
*leia aprenda o que lhe for util e se desenvolva a partir disso
*as ervas que servem a um velho franciscano não são boas pra um jovem beneditino

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

"Ah! Meus excessos me fazem ao invés de beber uma taça de vinho tomar a garrafa inteira." (Goethe, sempre preciso...)

Tolices

E de parvo fiz-me,
não por desejar à inocência,
mas por não querer a ambição.
Nem das artes ou do famigerado
sucesso.
Da vida quis o riso e os amigos.
Por amor desejei a vida
e com vesânia desejei uma mulher.
Uma mulher!
De olhos dissimulados e oblíquos.
Labios sápidos e nocivos.
Voz melodiosa e suave.
De pele sedoza como pêssego e
de gosto cruel.
Tolices...
Que sentido tem a vida
para este ateu?
Por que, ainda, nada tem seu lugar?
ou seu sentido?
Mas sigo em frente,
a vida é minha e hei de vivê-la.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Dia Bom!!!

Hoje foi um daqueles dias que incriveis, onde a vida se resume a simplicidade. Tudo estava calmo e alegre... eu ainda não entendo essa coisa de levar a vida sem seriedade. Eu acordei com o som das meninas conversando,olhei para o lado e o gato me encarava (gato besta!), os meus amigos ainda descansavam da noitada de conversas e jogos...
Conversei o dia todo, ri como uma criança, não havia peso, não havia moral... só conversa... nada pra se provar...
Impressionante como a simplicidade pode ser tão gostosa...
Mas ainda sinto falta de algo... ainda sinto falta de toda a responsabilidade que me guiou até "a queda"... ainda me quero de volta...