terça-feira, 16 de outubro de 2018
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Quando todos parecerem sãos... Sejais louco
A trupe passa pelas ruas, ascrianças correm em torno dela, as meninas bonitas saem as janelas e se debruçam deixando o colo a mostra, os velhos balançam os ombros e batem os pés. O circo chega a cidadezinha.
O mestre-do-picadeiro usa uma grande cartola verde-e-amarela. Sua voz libera palavras presas com um tom certo finalizando suas indagações ao público, certo?
Os acrobatas lançam pinos ao ar, argolas coloridas, tochas em chamas. Um grande e bonito movimento pirotécnico que faz o público gritar de emoção.
O mágico diz que vai tirar um coelho de uma cartola onde não há nem filhotes mais. O mestre-do-picadeiro diz que podem confiar no mágico, que qualquer dúvida sobre mágica deve ser feita ao mágico, mas que podem confiar no mestre-do-picadeiro.
Os palhaços correm com sapatos largos, usando grandes narizes azuis, os cabelos coloridos de verde-e-amarelo. Eles tropeçam, mas não caem, e todo o público ri deles e com eles se divertem enquanto saem dezenas deles de dentro do carrinho que corre atrás do mestre-do-picadeiro.
O público sorri e se diverte. O mestre-do-picadeiro diz que vai salvar o bom humor, que todos da cidade tem a risada garantida... "mas aqui só não vale homem com homem e mulher com mulher" e os palhaços batem no público com bexigas. O público animado também ganha bexigas e batem um no outro. Os acrobatas sorriem e jogam argolas e pinos no povo, o povo ri e se diverte. O mágico diz que vai voltar com o ingresso mais caro, o povo ri e se diverte.
E assim segue o circo a alegram um público que já havia se divertido com o outro circo, que distribuiu pão e moedas, mas guardou todo o dinheiro das entradas para si.
Disseram que daqui a quatro anos outro circo vai passar e outra festa popular e democrática vai começar. Será outro mestre-de-picadeiro, outros acrobatas, um novo mágico, novos palhaços que quebram placas nas praças, mas será o mesmo povo que ri e se diverte...
O mestre-do-picadeiro usa uma grande cartola verde-e-amarela. Sua voz libera palavras presas com um tom certo finalizando suas indagações ao público, certo?
Os acrobatas lançam pinos ao ar, argolas coloridas, tochas em chamas. Um grande e bonito movimento pirotécnico que faz o público gritar de emoção.
O mágico diz que vai tirar um coelho de uma cartola onde não há nem filhotes mais. O mestre-do-picadeiro diz que podem confiar no mágico, que qualquer dúvida sobre mágica deve ser feita ao mágico, mas que podem confiar no mestre-do-picadeiro.
Os palhaços correm com sapatos largos, usando grandes narizes azuis, os cabelos coloridos de verde-e-amarelo. Eles tropeçam, mas não caem, e todo o público ri deles e com eles se divertem enquanto saem dezenas deles de dentro do carrinho que corre atrás do mestre-do-picadeiro.
O público sorri e se diverte. O mestre-do-picadeiro diz que vai salvar o bom humor, que todos da cidade tem a risada garantida... "mas aqui só não vale homem com homem e mulher com mulher" e os palhaços batem no público com bexigas. O público animado também ganha bexigas e batem um no outro. Os acrobatas sorriem e jogam argolas e pinos no povo, o povo ri e se diverte. O mágico diz que vai voltar com o ingresso mais caro, o povo ri e se diverte.
E assim segue o circo a alegram um público que já havia se divertido com o outro circo, que distribuiu pão e moedas, mas guardou todo o dinheiro das entradas para si.
Disseram que daqui a quatro anos outro circo vai passar e outra festa popular e democrática vai começar. Será outro mestre-de-picadeiro, outros acrobatas, um novo mágico, novos palhaços que quebram placas nas praças, mas será o mesmo povo que ri e se diverte...
Assinar:
Comentários (Atom)