quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Pense! Pense sempre!



Com sua licença para uma paródia nesses dias de comediantes disfarçados de cidadãos e seus políticos de narizes vermelhos e colarinhos brancos...

"Lembrai, lembrai do doze de maio
O golpe, a traição, o ardil
Por isso não vejo como esquecer
Uma traição de golpe tão vil"

Pense, pense sempre, não importa se é sobre a conta de luz, sobre o por quê dos gravitons atravessarem as p-branas, sobre os oceanos sob o gelo de Europa, sobre o ácido derramado na água, sobre a lama invadindo o oceano, sobre a politica! Sobre a crise do país! Pense. Pense sempre!





quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Sobre sologamia e amor próprio...

E algumas pessoas estão casando consigo próprias e outras abandonando relacionamentos para poderem se amar... E o louco sou eu.

Primeiramente (Fora Temer!), conversemos sobre sologamia - o que de fato não foge muito do outro tema desta discussão. Uma mulher casou com ela mesma (?), o que chega a ser engraçado por que quando eu me amo eu só chamo de punheta, mas voltemos ao assunto, a que ponto podemos respeitar a própria privacidade, gostar de si mesmo - não hei de usar um termo tão forte quanto amar, pois acredito que amor é um ato de doação não de aceitação -, aceitar os próprios defeitos e viver em um mundo onde o emissor nunca é entendido pelos receptores?

E quem em sã consciência aceitaria ir em uma festa de auto-casamento? (Bom, eu iria se fosse open bar). Quando eu achei que havia entendido a solidão que as outras pessoas passam leio essa matéria: Sologamia. Por que raios alguém deveria mostrar ao mundo que se ama? Para ter aceitação pública, tentar se convencer que se ama? Ou isso é só um grito desesperado "Por favor, alguém me ame!"...

Talvez ela só queira se vestir de noiva, talvez fosse um sonho que ela desejava realizar. Eu entendo, também já quis o simbionte do Venom. Contudo, eu nunca achei que sair vestido de Venom na rua era uma boa ideia, assim como bater punheta na frente dos meus amigos para que eles saibam que eu gosto de mim mesmo.

E o que dizer de alguém que se ama a ponto de casar, com outrem dessa vez, e o abandonar em uma clara expressão de "eu me amo mais do que o amo"? Não entendo, pois hoje eu me amo mais do que amo as outras pessoas (não no sentido de bater uma punheta dessa vez... ou sim), mas no sentido de que ainda não achei alguém a quem submeter a minha felicidade, ou seja, de fazer a felicidade de alguém ser a razão da minha. Estamos falando de uma esposa ainda, mas e quando houverem filhas? E quando eu tiver de submeter a minha felicidade a felicidade de outras duas pessoas... ou três? Cada vez menos Eu... E eu espero que isso seja uma doação de mim, que isso seja amor... Não isso: Amor próprio.

"P-p-p-ooo-Por-ho-ho-hoje-é-é-é-só-pe-pe-pessoal."